Luxembourg é um país incrível e pouco visitado pelos turistas brasileiros,  somente a capital, a cidade de Luxembourg é mais visitada mas o país oferece uma seleção impressionante de cidades, castelos e rotas para serem exploradas.

Uma delas é a rota do Vale dos Sete Castelos, nome dado ao Vale Eisch, que fica bem no centro de Luxembourg, com suas estradas sinuosas e paisagens verdes e harmoniosas.

O Vale Eisch floresceu no século XIX como região de produção de aço, mas hoje, as indústrias não existem mais: foram “consumidas” pela natureza exuberante da região, mas ainda os visitantes podem ver os vestígios da época, como as inúmeras grutas em que os mineiros trabalhavam.

A rota inteira pode ser percorrida por cerca de uma hora de carro, serão 24km, começando perto da cidade de Arlon, na fronteira  Bélgica/ Luxemburgo.

Saindo de Arlon, siga para a cidadezinha de Mersch, lá visite o primeiro castelo desta rota, o Castelo de Mersch, construído no século XIII, por Teodorico, um cavaleiro que servia a condessa Ermesinde de Luxemburgo. Hoje,  suas salas servem como escritórios administrativos da cidade.

 

 

Castelo de Mersch

Castelo de Mersch

 

Depois de Mersch siga para Schoenfels. Esta cidadezinha com pouco mais de 200 habitantes abriga o castelo de Schoenfels, o segundo castelo desta rota.

O castelo de Schoenfels foi construído no século XII e passou pelas mãos de muitas familias nobres, muitas guerras o destruíram e muitas reformas foram feitas nele.

Hoje o castelo é do estado e esta sendo novamente reformado para ser um centro de informações turísticas do Vale dos Sete Castelos.

Infelizmente o castelo nao esta aberto para a visitação e o centro de informações estará pronto em 2017.

Vale dos Sete Castelos: Castelo Schoenfels

Vale dos Sete Castelos: Castelo Schoenfels

 

 

Depois de Schoenfels, siga para a vilazinha de Hollenfels e admire seu castelo, o castelo de Hollenfels, construído no século XI. Hoje ele é usado como um centro de atividades para jovens, incluindo um albergue da juventude.

O castelo fica no alto, acima do rio Eisch. Um caminho com degraus íngremes e pontes de madeira leva ao pé do castelo. O acesso ao castelo é por meio de uma ponte de tijolos sobre o antigo fosso que servia de defesa.

Nos seus jardins há uma bela plantação de temperos.

Hollenfels

Hollenfels

 

 

Siga depois para Ansembourg. Esta pequena cidade abriga dois castelos desta rota: o antigo castelo de Ansembourg, construído em 1135, e o novo castelo de Ansembourg, construído pelo industrial Thomas Bidart em 1639.

O novo castelo abriga uma dos jardins mais lindos do país, é uma maravilha. A entrada para os jardins é de graca e vale a pena fazer um longo passeio. Há fontes, árvores e muitas flores. Na primavera, as cerejeiras iluminam todo o jardim.

Castelo antigo de Ansembourg

Castelo antigo de Ansembourg

 

Novo castelo de Ansembourg

Novo castelo de Ansembourg

 

Novo castelo de Ansembourg

Novo castelo de Ansembourg

 

Novo castelo de Ansembourg

Novo castelo de Ansembourg

 

 

O próximo castelo desta rota é o castelo Septfontaines, na cidadezinha de mesmo nome. Foi construído em 1192 e hoje é uma propriedade particular.

Os visitantes poderão admirá-lo somente de longe, à partir das ruazinhas da cidade que tem 400 habitantes.

Septfontaines

Septfontaines

 

 

Siga agora para Koerich, linda cidadezinha com 2400 habitantes. Ali está o último castelo desta rota, o castelo de Koerich, construído no século XII e hoje está em ruínas. O castelo fica bem no centro da cidade.

Cercado antigamente por um fosso, o castelo era enorme, tinha uma entrada fortificada com uma ponte levadiça. A partir de 1380, o castelo se tornou uma residência mais confortável com a construção de duas torres de 12 m de altura em cada extremidade sul.

A torre sul-ocidental que ainda permanece, abriga uma capela no piso térreo. Em 1580, o novo proprietário Jacques de Raville fez outras alterações, demoliu parte da propriedade e adicionou duas alas em estilo renascentistas. A lareira imponente no primeiro andar e as grandes janelas retangulares testemunharam o esplendor palaciano do castelo no século XVI.

Após a morte dos Ravilles na segunda metade do século XVIII, o castelo começou a cair em ruínas devido à falta de manutenção. Em 1950, Pierre Flammang, o último proprietário privado, realizou alguns reparos estruturais essenciais antes de o castelo se tornar propriedade do Estado.

A rota é imperdível!!!

Koerich

Koerich

 

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